terça-feira, 8 de setembro de 2009

Gripe suína.

De Carlos Castelo.


P: Qual a diferença entre a sua performance e a da gripe aviária?

R: A aviária tem menos gordura, colesterol e triglicérides que eu. E voa. Porcos não tem asas.

P: Por que o México?

R: Você já viu a porcaria que eles comem naquele lugar? Até verme colocam dentro das garrafas de tequila. Não haveria lugar melhor para um suíno se propagar do que naquela pocilga. Lamento apenas que, por minha causa, o México tenha deixado de ser uma miséria, para ser uma porca miséria

P: Existe alguma sintoma especial para saber se alguém está com você no organismo?

R: Se roncar e fuçar tem grandes chances de estar contaminado. Se arrotar então, pode ir para o hospital porque sujou geral.

P: Foi dito que, no Brasil, Miriam Leitão deveria ser deportada para o México e a estátua do porquinho no Parque Ibirapuera, em São Paulo, interditada. Você acredita que há exageros em relação à uma epidemia sequer anunciada?

R: Acho exagerado. Miriam Leitão, por exemplo, escreve muita porcaria, mas o contágio dela pelo ar é mínimo.

P: O Brasil deve gastar milhões na criação de uma vacina que o combata. Você acha justo isso?

R: Sabe de uma coisa? Vocês fazem bem em investir muito dinheiro na saúde. A economia é a base da gripe suína.

P: Por falar em Brasil, por que resolveu vir para cá?

R: Adoro o lombo das brasileiras.

P: Uma mensagem final?

R: Não se preocupem demais comigo no Brasil. Quem tem Aids, dengue, tuberculose e esse Congresso, não morre assim tão fácil. Óinc!

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