Esses dias eu estava conversando sobre o tempo, se é muito ou pouco determinada fração de tempo.
E aí que eu fui pensar nas porções de tempo e quanto era cada uma para mim e cheguei à uma conclusão.
Esse ano, em quatro meses eu vivi mais coisas do que nos últimos 5 ou 6 anos.
De abril a agosto muita coisa aconteceu:
Eu tomei posse; fiz o curso de fotografia que eu namorava a um tempão; comprei duas lentes lindas que eu ainda nem tive tempo de aproveitá-las; conheci Curitiba (que lugar educado, fiquei impressionada), Porto Alegre (lugar fantástico para gastar dinheiro e passar frio com estilo), Cuiabá (e o famoso calor que NÃO apareceu) e o Acre, sim, o Acre existe, tem wi-fi na rua, e, eu fui sozinha!. Li 'A culpa é das estrelas' do John Green e chorei horrores, eu comigo mesma, enquanto ia para o Acre.
Perdi minha Aika num processo bem sofrido, e..caramba..foi doído demaaaais da conta. Eu ainda choro de saudade dela e ainda me lembro todos os dias da minha companheira, amiga, parceira, enfim, minha pequena aika.
Comecei faculdade, num curso que não era o que eu queria mas que tem tudo a ver comigo. Nossa, como eu sentia falta desse ambiente de escola, do relacionamento aluno-professor e das brigas por nota. Muito bom!
E por último, porém, não menos importante. Reconheci pessoas que foram gratas surpresas e conheci outras pessoas que..bem..não tenho nem o que dizer, deixam o meu dia mais leve.
E eu acho que foi isso.
Até
domingo, 22 de dezembro de 2013
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Que você se...
Pedra Letícia
Tudo que você me fez eu lhe desejo em dobro
Você vai pagar por tanto desaforo
De lhe ver sorrir enquanto eu chorava em vão
Eu quero que você se dane
Que você se lasque
Que você se engasgue
Que você se engane
Que você me chame pra que eu possa dizer não
Eu quero que seu carro quebre
Que seu peito caia
Que a chuva estrague seu dia de praia
Que um prego rasgue a sua minissaia
Que seu novo amor no final te traia
Que você tropece
Que você tropique
Que se estrumbique, dê o seu chilique
Que você comece, depois perca o pique
Que alguém copie o seu vestido chique
Eu quero que você se dane
Que você se lasque
Que você se engasgue
Que você se engane
Que você me chame pra que eu possa dizer não
Eu quero que seu time perca
Que seu voo atrase
Seu café esfrie
Que você não case
Seu melhor perfume pela tampa vase
Que lhe falte voz pra completar a frase
Que você se estrepe
Que você se estranhe
Que você não ganhe
Que lhe fure o estepe
Que lhe falte gás no seu refrigerante
Que nunca mais cante
Que nunca mais trepe
Quero que seu time caia
Que seu peito vase
Que seu novo amor no final se atrase
Você seja estepe, você seja amante
Que nunca mais cante
Que nunca mais trepe
Tudo que você me fez eu lhe desejo em dobro
Você vai pagar por tanto desaforo
De lhe ver sorrir enquanto eu chorava em vão
Eu quero que você se dane
Que você se lasque
Que você se engasgue
Que você se engane
Que você me chame pra que eu possa dizer não
Eu quero que seu carro quebre
Que seu peito caia
Que a chuva estrague seu dia de praia
Que um prego rasgue a sua minissaia
Que seu novo amor no final te traia
Que você tropece
Que você tropique
Que se estrumbique, dê o seu chilique
Que você comece, depois perca o pique
Que alguém copie o seu vestido chique
Eu quero que você se dane
Que você se lasque
Que você se engasgue
Que você se engane
Que você me chame pra que eu possa dizer não
Eu quero que seu time perca
Que seu voo atrase
Seu café esfrie
Que você não case
Seu melhor perfume pela tampa vase
Que lhe falte voz pra completar a frase
Que você se estrepe
Que você se estranhe
Que você não ganhe
Que lhe fure o estepe
Que lhe falte gás no seu refrigerante
Que nunca mais cante
Que nunca mais trepe
Quero que seu time caia
Que seu peito vase
Que seu novo amor no final se atrase
Você seja estepe, você seja amante
Que nunca mais cante
Que nunca mais trepe
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Próximo
Os homens são fáceis de afastar. Basta não nos aproximarmos.
Fernando Pessoa
P.S: E como a proximidade é perigosa..
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Você Me Bagunça
O Teatro Mágico
Você me bagunça e tumultua tudo em mim
Essa moça ousa, é musa e abusa de todo meu sim
Você me bagunça e tumultua tudo em mim
E ainda joga baixo, eu acho, nem sei,
Só sei que foi assim
Assimila, dissimula, afronta, apronta, diz: "carrega-me nos abraços"
Lapida-me a pedra bruta, insulta, assalta-me os textos, os traços
Me desapropria o rumo, o prumo, juro me padeço com você
Me desassossega, rega a alma, roga a calma em minha travessia
Outro "porquê"
Parece que o coração carece e diz: "para!" Silencia.
Se embrulha e se embaralha,
Reconsiderar o ar, o andar , nossa absolvição, a escuta e a fala
Nos amorizar o dia, a pia, o corredor, a calçada, o passeio e a sala
Se perder sem se podar e se importar comigo
Aprender você sem te prender comigo
Difícil precisar quanto preciso
Difícil precisar quanto preciso
Você me bagunça e tumultua tudo em mim
Essa moça ousa, é musa e abusa de todo meu sim
Você me bagunça e tumultua tudo em mim
E ainda joga baixo, eu acho, nem sei,
Só sei que foi assim
Assimila, dissimula, afronta, apronta, diz: "carrega-me nos abraços"
Lapida-me a pedra bruta, insulta, assalta-me os textos, os traços
Me desapropria o rumo, o prumo, juro me padeço com você
Me desassossega, rega a alma, roga a calma em minha travessia
Outro "porquê"
Parece que o coração carece e diz: "para!" Silencia.
Se embrulha e se embaralha,
Reconsiderar o ar, o andar , nossa absolvição, a escuta e a fala
Nos amorizar o dia, a pia, o corredor, a calçada, o passeio e a sala
Se perder sem se podar e se importar comigo
Aprender você sem te prender comigo
Difícil precisar quanto preciso
Difícil precisar quanto preciso
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