"Bem, tá tudo tão sério e eu tão aéreo, mas eu sempre fui assim"
segunda-feira, 25 de maio de 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
Mulheres
"(...)
Adoro o jogo amoroso das mulheres, embora não consiga entender por que elas gostam tanto de idas e vindas, altos e baixos, de conflitos, do modo como observam minuciosamente tudo que não está indo bem, da forma como fazem vista grossa a tudo que funciona. Resumindo: na minha opinião, mulheres nunca estão satisfeitas. São um saco sem fundo, e isso me angustia. Mas mesmo assim eu gosto delas. E não digo que elas gostam de rusgas. É que elas adoram fazer as pazes. Observo nas mulheres a obsessão de ser mais altas do que são. Sim, homens dificilmente usam saltos e quando o fazem… Quase todas têm isso. Querem ser "diferentes", ou camaleônicas, a cada ano ou estação. Querem usar o que as outras estão usando, gostem os homens ou não; depois tomam horror às coisas que compraram, justamente porque todas as outras estão usando. Têm mania de gesticular demais, de fazer caretas demais, de sempre enfatizar. Para as mulheres não está fazendo um friozinho: está gelado. Elas não estão com dor de cabeça: a cabeça está explodindo. E elas nunca gostaram de um brinco: elas amaram. Mulheres são as melhores amigas das hipérboles e dos sinais de exclamação. E eu acho isso divertido.
(...)"
(Léo Jaime)
Adoro o jogo amoroso das mulheres, embora não consiga entender por que elas gostam tanto de idas e vindas, altos e baixos, de conflitos, do modo como observam minuciosamente tudo que não está indo bem, da forma como fazem vista grossa a tudo que funciona. Resumindo: na minha opinião, mulheres nunca estão satisfeitas. São um saco sem fundo, e isso me angustia. Mas mesmo assim eu gosto delas. E não digo que elas gostam de rusgas. É que elas adoram fazer as pazes. Observo nas mulheres a obsessão de ser mais altas do que são. Sim, homens dificilmente usam saltos e quando o fazem… Quase todas têm isso. Querem ser "diferentes", ou camaleônicas, a cada ano ou estação. Querem usar o que as outras estão usando, gostem os homens ou não; depois tomam horror às coisas que compraram, justamente porque todas as outras estão usando. Têm mania de gesticular demais, de fazer caretas demais, de sempre enfatizar. Para as mulheres não está fazendo um friozinho: está gelado. Elas não estão com dor de cabeça: a cabeça está explodindo. E elas nunca gostaram de um brinco: elas amaram. Mulheres são as melhores amigas das hipérboles e dos sinais de exclamação. E eu acho isso divertido.
(...)"
(Léo Jaime)
domingo, 17 de maio de 2009
"Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios, nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
Em que espelho ficou perdida a minha face?"
Cecília Meireles
Somos o que somos e temos que viver com isso.
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios, nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
Em que espelho ficou perdida a minha face?"
Cecília Meireles
Somos o que somos e temos que viver com isso.
Assinar:
Postagens (Atom)
O que não se pode explicar aos normais
Banda Catedral Sobre o amor e o desamor, sobre a paixão Sobre ficar, sobre desejar, como saber te amar? Sobre querer, sobre entender, sem ...
-
" (...) - Eu te amo. - Idem . - Por que você nunca diz? - O que? - Que me ama. Você nunca diz. - Eu acabei de dizer . - Não, você acabo...
-
Saindo do salão, abordada por alguém na rua: Pessoa: - "E as pedras sempre se encontram" - abraça e beija a Kézia. Kézia: õ.O * Te...
