Olá...
Eu estava editando um texto pra colocar aqui...mas...sem cabeça total...
Até...
domingo, 29 de janeiro de 2006
Olá!
Ao observar o blog, notei uma coisa...ultimamente ando mto mal-educada, não acham?!?...não cumprimento ao chegar, não me despeço ao sair...bela anfitriã (ou é anfitriam? nao sei...) estou me saindo...bem, devo pedir desculpas a todos pelos meus pequenos relápsos de esquecimento, vou tentar não mais cometê-los...(claro que, como sempre, cumprimento desde que seja um texto pessoal meu, ou não vai ter o mesmo efeito as músicas, frases e até os gifs...)
É isso,
B-jos e,
Até...
Ao observar o blog, notei uma coisa...ultimamente ando mto mal-educada, não acham?!?...não cumprimento ao chegar, não me despeço ao sair...bela anfitriã (ou é anfitriam? nao sei...) estou me saindo...bem, devo pedir desculpas a todos pelos meus pequenos relápsos de esquecimento, vou tentar não mais cometê-los...(claro que, como sempre, cumprimento desde que seja um texto pessoal meu, ou não vai ter o mesmo efeito as músicas, frases e até os gifs...)
É isso,
B-jos e,
Até...
sábado, 28 de janeiro de 2006
Afinidade
Arthur da Távola
Afinidade é um dos poucos sentimentos que resistem ao tempo e ao depois!
A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos.
É o mais independente também. Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido.
Ter afinidade é muito raro.
Mas, quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar. Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas. Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam.
É ficar conversando sem trocar palavras.
É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento. Afinidade é sentir com, não é sentir contra,
Nem sentir para,
Nem sentir por,
Nem sentir pelo.
Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo. É olhar e perceber. É mais calar do que falar, ou, quando é falar, jamais explicar: apenas afirmar.
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças. É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidades vividas.
Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação.
Porque tempo e separação nunca existiram. Foram apenas oportunidades dadas ou tiradas pela vida.
Arthur da Távola
Afinidade é um dos poucos sentimentos que resistem ao tempo e ao depois!
A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos.
É o mais independente também. Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido.
Ter afinidade é muito raro.
Mas, quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar. Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas. Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam.
É ficar conversando sem trocar palavras.
É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento. Afinidade é sentir com, não é sentir contra,
Nem sentir para,
Nem sentir por,
Nem sentir pelo.
Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo. É olhar e perceber. É mais calar do que falar, ou, quando é falar, jamais explicar: apenas afirmar.
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças. É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidades vividas.
Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação.
Porque tempo e separação nunca existiram. Foram apenas oportunidades dadas ou tiradas pela vida.

Existem duas pessoas que são de uma importância nunca imaginável para o perfeito funcionamento desse meu mundo chamado vida...acredito que não sabem, não fazem nem idéia da tamanha importância...
Às vezes brigo, fico com raiva, chego a pensar que chegou a hora de mudar a concepção de amigo que repasso a essas pessoas, mas termino sempre me rendendo àquela forma peculiar de falar e filosofar sobre a vida ou qualquer coisa que seja, ou ao olhar penetrante que por vezes parece ler seu mais profundo pensamento e que também fica tão distante que não fazemos a menor idéia do que está a observar ou se reamente está observando algo.
São os pequenos detalhes que me encantam, que me fascinam, que me enfurecem, que fazem A diferença, que a cada momento que passamos juntos transformam tudo isso em um paradoxo ainda maior, e que cada vez mais os transformam em amigos reais.
A mim não é necessário que saibam o quão especias são, apenas gostaria que ficassem bem, com ou sem a minha presença próxima, que ficassem bem...
terça-feira, 24 de janeiro de 2006
"Estava eu aqui a pensar, às vezes vc dá o maior valor a alguém, faz qualquer coisa por ele, confia cegamente nessa pessoa, vc seria capaz d dar sua vida por ele sem nem pensar antes...vive uma amizade perfeita, uma convivência perfeita, sua vida eh aquilo...ai, de repente, não mais que de repente...tudo acaba, tudo termina sem que falassem em um final...isso nunca, em hipótese alguma foi pensado, foi questionado...o q aconteceu? onde foi parar toda aquela magia?....depois d tudo vc pensa...será q existe sinceridade ou verdade nas amizades?....quando vc está mais fragilizado e ao mesmo tempo mais fechado a aproximações...um alguém chega como quem não quer nada e te mostra que tudo vale a pena....que amigos axistem sim....onde vc menos imaginava, encontrou apoio, e se quer sabem q estão te ajudando...inacreditável, mas eh assim q eh... "
Esse texto tem uns 2 anos, eu o encontrei no antigo blog, e o que é estranho, é que mesmo já tendo um tempo que foi escrito, ele continua atual...será que certas coisas não mudam nunca?
Esse texto tem uns 2 anos, eu o encontrei no antigo blog, e o que é estranho, é que mesmo já tendo um tempo que foi escrito, ele continua atual...será que certas coisas não mudam nunca?
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