terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Máscara



Li certa vez que o carnaval é a única época do ano em que podemos tirar a máscara e sermos nós mesmos sem precisar nos preocupar com o que vão pensar.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Sobre educação, simpatia e insistência

Desde novembro que eu pego o mesmo ônibus praticamente todos os dias.

É sempre a mesma coisa:
Tem uma fila de ônibus parados na parada, eu avisto o meu, saio correndo, ele está no final da fila, quase que parado na parada anterior.
Chego meio esbafurida, olho para o motorista e digo boa tarde, ele nem olha para mim, faço o mesmo com o cobrador, esse até que olha para mim, mas nunca responde. Eu levanto a cabeça e avisto o único lugar ainda vazio, sento, coloco meus fones de ouvido e finalmente o ônibus chega na parada.

E foi assim durante todas as minhas férias, algumas coisas com o tempo foram mudando.
Algumas pessoas resolveram correr junto comigo em vez de esperar na parada, a briga pelo único lugar vazio ficou acirrada.
Um rapaz que já está no ônibus quando eu entro passou a guardar o lugar para mim, foi engraçado a primeira vez que ele fez isso. Ele saiu do lugar dele que fica na última fileira olhou para mim, apontou para a cadeira e disse "Aqui! Corre!". Bem, eu sorri e corri, agradeci e ele disse "não tem de quê". E virou rotina isso nas últimas duas ou três semanas.

Só uma coisa não mudou, entro, digo "Boa tarde" e como resposta? cri, cri, cri

Até que semana passada, última semana das férias, eu saí correndo, agora com toda a parada correndo atrás de mim, entrei no ônibus, disse "Boa tarde!" e ouvi um "Boa tarde" de volta, assim, de repente. Com o cobrador exatamente a mesma coisa. Eu balancei a cabeça positivamente e abri um sorriso.

Acho que eles estavam pressentindo que as férias estavam no fim.

Agora eu não pego mais o mesmo ônibus, vou direto para a faculdade.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

 Quebra-Cabeça
Engenheiros do Hawaii

Pode ser pra sempre
Pode não ser mais
Pode ter certeza e voltar atrás
Pode ser perfeito
Fruto da imaginação
Pode ter defeito de fabricação

Tá faltando peça no quebra-cabeça
Eu não tenho pressa
O meu tempo é todo teu
É tudo que eu posso oferecer
É pouco
Mas é tudo que eu posso oferecer
É quase nada
Mas é tudo que eu posso oferecer

Pode estar no ponto
Ponto de interrogação
Pode ser encontro ou separação
Pode correr risco
Arriscado sempre é
Só não pode o medo te paralisar

Tá faltando peça no quebra-cabeça
Eu não tenho pressa
O meu tempo é todo teu
É tudo que eu posso oferecer
É pouco
Mas é tudo que eu posso oferecer
É quase nada
Mas é tudo que eu posso oferecer
É pouco
Mas é tudo que eu tenho
Tudo que eu posso oferecer



PS.: Só porque eu quase chorei agora a pouco escutando.. >.<

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Sobre expectativa e Fernanda Mello

Eu estava pesquisando sobre o significado de expectativa e encontrei a frase de do post anterior, eu fiquei tão abismada com a frase que fui pesquisar sobre a autora, Fernanda Mello, juuuro que li Fernando Mello, acredito que tenha sido até um pouco de preconceito da minha parte, nem sei porque, já que tenho costume de ler autorAS mulheres, enfim, fui pesquisar sobre ELA e encontrei um blog, não sei muito bem porque, mas ele não me prendeu, o que me prendeu mesmo foi a frase e a certeza de que existem mulheres sentindo.
"Eu não quero promessas.
Promessas criam expectativas e expectativas borram maquiagens e comprimem estômagos."

Fernanda Mello

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Vamos falar de..........POLÍTICA

OK, tem aquele velho ditado que diz que política e religião não se discute.
Eu sei disso, e concordo, mesmo. Se tem uma coisa que eu não gosto é discutir posicionamentos políticos e religiosos.
Acredito que a vida é sua e você tem o direito de acreditar no que você quiser.
A minha crença só diz respeito a mim e o meu posicionamento partidário também!

Certo, e o que eu quero falar, se não gosto de falar?

Vamos lá!

Eu acho incrível como uma mesma informação, não, informação não, como um mesmo fato pode ter ter vários lados, vários posicionamentos, várias defesas e vários ataques, tudo ao mesmo tempo.
Um exemplo prático do que eu estou falando: FHC e seu relacionamento com os servidores.

Um lado da política o acusa de ser contra os servidos, "ahhhh, 8 anos sem aumento!", "Ahhh, terceirizou tudo!", "Ahhhh, não teve concurso!!", e mais " Ahhh, o governo Lula fez concurso!", "ahhh, no governo Lula teve aumento!" e segue a ladaínha.

Por sua vez, o outro lado da política se defende: "Ahhh, porque ele precisava estabilizar a política!", "Ahhhh, porque o Estado veio de um momento econômico muito complicado!", "Ahhh, porque a inflação estava alta!", e continua "Ahh, porque o governo Lula colheu os frutos", "Ahhh, porque o Lula pegou o país estabilizado", e segue o terço.

Tá, não tiro a razão de nenhum dos dois, cada um tem seu ponto de vista e  sua opinião.

Mas eu quero ressaltar dois pontos importantes nessa história toda.

Primeiro: O governo em questão não é o do Lula, ele ficou 8 anos no poder, fez concursos, colheu o que tinha para colher, beleza. Mas a questão real não é ele, o que tem de ser avaliado de fato é o governo Dilma, que ficou 4 anos e pretende ficar mais 4, ela colheu o que tinha para colher? Plantou o que tinha que plantar?
E é isso, não dá para comparar governos diferentes, na verdade, até dá, mas não é essa a intenção no momento.

Segundo: Essa história FHC e LULA não pode ser vista isoladamente, a partir de um referencial, deve ser visto como um todo, o contexto inteiro deve ser analisado. FHC não fez concurso, por que? Lula fez concurso, por que? E por aí vai.

O conjunto da obra sempre diz muito mais que apenas um ato.

E é isso.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

~~Eu gosto de ficar só, mas gosto mais de você,
eu gosto da luz do sol, mas chove sempre e ainda sem você~~

O que não se pode explicar aos normais

Banda Catedral   Sobre o amor e o desamor, sobre a paixão Sobre ficar, sobre desejar, como saber te amar? Sobre querer, sobre entender, sem ...