segunda-feira, 11 de outubro de 2010

A Lista  

Faça uma lista de grandes amigos
Quem você mais via há dez anos atrás
Quantos você ainda vê todo dia
Quantos você já não encontra mais

Faça uma lista dos sonhos que tinha
Quantos você desistiu de sonhar!
Quantos amores jurados pra sempre
Quantos você conseguiu preservar
Onde você ainda se reconhece
Na foto passada ou no espelho de agora
Hoje é do jeito que achou que seria?
Quantos amigos você jogou fora
Quantos mistérios que você sondava
Quantos você conseguiu entender
Quantos segredos que você guardava
Hoje são bobos ninguém quer saber
Quantas mentiras você condenava
Quantas você teve que cometer

Quantos defeitos sanados com o tempo
Eram o melhor que havia em você

Quantas canções que você não cantava
Hoje assobia pra sobreviver
Quantas pessoas que você amava
Hoje acredita que amam você
Faça uma lista de grandes amigos
Quem você mais via há dez anos atrás
Quantos você ainda vê todo dia
Quantos você já não encontra mais
Quantos segredos que você guardava
Hoje são bobos ninguém quer saber
Quantas pessoas que você amava
Hoje acredita que amam você


Engraçado, toda vez que eu ouço essa música lembro daqui e penso em postá-la, mas sempre acontece alguma coisa e eu acabo esquecendo.. Lembrei dela agora a pouco, fiquei guardando a idéia para ela não escapar, por fim parei o que eu estava fazendo e vim antes que ela me fugisse novamente.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Mãe superprotetora ou frescura mesmo

Tenho tantas frescuras com o blog que tô me achando uma mãe superprotetora.

Não gosto de postar nomes. Quando coloco conversas é que o foco está no que foi dito e não em quem disse, o nome da pessoa quebra esse raciocínio.
Não posto fotos minhas, como fotos minhas estão todas as que eu estou e as que eu tirei. Acho que o Flickr e o Flog estão aí para isso, não preciso do blog para 'expor' mais ainda.
Tenho uma certa incerteza a respeito das minhas meninices, por isso não as posto por aqui, existem outros meios de mostrá-las. ;)
Tento não expor demais o meu namorado. Ele não tem culpa de eu ser uma blogueira.
Tenho o costume de não descer do muro quanto a assuntos sérios. A minha opinião é particular e eu não estou afim de discutí-la com seu ninguém.
Apesar de não parecer, não jogo indiretas para as pessoas. O que eu tenho de dizer, falo na cara, não preciso, para isso, me esconder atrás de um blog.
Não escrevo de uma forma difícil. Acho que para usar a língua portuguesa deve-se conhecê-la, não aditanta usar 'mesmo' tracentas vezes e em nenhuma delas de forma correta, bem como usar palavras difíceis e poucos entenderem do que se trata.
Procuro ser o menos objetiva possível quando o assunto sou eu. O que quero que saibam eu falo, não tento dificultar nada, só não digo e ponto.
Não uso o blog para fazer propaganda de mim e ser conhecida na net, muito menos para chamar atenção. Ele é uma extenção de mim e eu não sou assim.

Não me preocupo com o que vão achar do que postei.

Enfim, e essa lista segue com uma infinidade de 'não faço', 'não uso', 'evito', 'não gosto', 'não', 'não' e 'não'.

Está na hora de deixar o blog crescer e fazer menos restrições.
Outras coisas estão surgindo e não tenho mais porque ficar com tantas frescuras por aqui já que não as tenho em outros lugares.

E é isso.

B-jos e,
Até...

domingo, 26 de setembro de 2010

"A curiosidade é uma das características inerentes e indubitáveis de uma mente vigorosa."

(Samuel Johnson)

sábado, 18 de setembro de 2010

Como é difícil viver carregando um cemitério na cabeça

Acho que a memória deveria ser seletiva.
Guardar as boas e esquecer as ruins.

Tá, isso não daria muito certo, lembrar das coisas ruins nos faz pensar antes de cometer o mesmo erro novamente.

Mas lembrar de tudo o tempo todo é muito pesado.











P.S.: Falta 1 mês e 3 dias para o meu aniversário. Não sei se tenho o que comemorar...

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

"Por alguns momentos, apenas alguns momentos, é como se houvesse assim uma espécie de esperança, de possibilidade de esperança. Seja o que for, você está quase alcançando."

Caio Fernando Abreu

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

O que é o amor?

Esta foi uma pesquisa feita por profissionais de educação e psicologia com um grupo de crianças de 4 a 8 anos.

Respostas:

“Amor é quando alguém te magoa, e você, mesmo muito magoado, não grita, porque sabe que isso fere seus sentimentos” - Mathew, 6 anos

“Quando minha avó pegou artrite, ela não podia se debruçar para pintar as unhas dos dedos do pé. Meu avô, desde então, pinta as unha para ela. Mesmo quando ele tem artrite” - Rebecca, 8 anos

“Eu sei que minha irmã mais velha me ama, porque ela me dá todas as suas roupas velhas e tem que sair para comprar outras” - Lauren, 4 anos

“Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muito amigos, mesmo conhecendo há muito tempo” - Tommy, 6 anos

“Quando alguém te ama, a forma de falar seu nome é diferente” - Billy, 4 anos

“Amor é quando você sai para comer e oferece suas batatinhas fritas, sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela” - Chrissy, 6 anos

“Amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e toma um gole antes, para ter certeza que está do gosto dele” - Danny, 6 anos

“Amor é o que está com a gente no natal, quando você pára de abrir os presentes e o escuta” -Bobby, 5 anos

“Se você quer aprender a amar melhor, você deve começar com um amigo que você não gosta." - Nikka 6 anos.

“Quando você fala para alguém algo ruim sobre você mesmo e sente medo que essa pessoa não venha a te amar por causa disso, aí você se surpreende, já que não só continuam te amando, como agora te amam mais ainda” - Samantha , 7 anos

“Amor é quando mamãe vê o papai suado e mal cheiroso e ainda fala que ele é mais bonito que o Robert Redford” - Chris, 8 anos

“Durante minha apresentação de piano, eu vi meu pai na platéia me acenando e sorrindo. Era a única pessoa fazendo isso e eu não sentia medo” -Cindy, 8 anos

“Não deveríamos dizer eu te amo a não ser quando realmente o sintamos. e se sentimos, então deveríamos expressá-lo muitas vezes. As pessoas esquecem de dizê-lo” - Jessica, 8 anos

“Amor é se abraçar, amor é se beijar, amor é dizer não” - Patty, 8 anos

“Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro” - Mary Ann, 4 anos



Achei tãaaaao bonitinho isso *_*

Gustavo, eu amo você!
Feliz aniversário!

O que não se pode explicar aos normais

Banda Catedral   Sobre o amor e o desamor, sobre a paixão Sobre ficar, sobre desejar, como saber te amar? Sobre querer, sobre entender, sem ...